Crítica de Lançamento: Jumper (Jumper)
Jumper (Jumper)
2008, EUA 90 min.
Direção: Doug Liman
Roteiro: David S. Goyer e Jim Uhls
Elenco: Hayden Christensen, Rachel Bilson, Samuel L. Jackson, Diane Lane, Jamie Bell
O filme começa com uma introdução do personagem principal David Rice (Hayden Christensen - Anakin Skywalker), e o que levou ele a descobrir seus poderes, e como ele tem levado a vida depois de descobrir. Sinceramente, ele fez o que eu faria, não me entenda mal eu não sou tipo que sairia pelo mundo de colant colorido só por que tenho um poder MOTHER FUCKER que nem esse de “saltar” para onde quiser. E David também não (a cena da TV), após uma infância com uma mãe que o abandona aos 5 anos e um pai um tanto alcoólatra, ele finalmente vê uma oportunidade para se livrar disso. Mas mesmo levando uma vida em que possa fazer tudo (e realmente faz) desde roubar bancos até tomar café em Tóquio e almoçar em Londres, ele se prendeu a uma vida solitária, onde sua única paixão foi a colega de classe Millie Harris (Rachel Bison - boa cena de sutiã).
Mas no mundo tudo é feito de pares o Ying e o Yang, como existem pessoas capazes de se teletransportarem, existem aquelas que desejam acabar com isso, Os Paladinos - caçadores de jumpers que entendem como eles teletransportam e tem as armas capazes de evitar o “salto”- como o seu líder Roland (Samuel L. Jackson - “I have enough from this snakes”) expressa “apenas Deus deveria ter o poder de estar em todos os lugares”, não ficamos sabendo muito sobre eles, por que fazem isso ou quem realmente são, apenas algumas informações que Griffin (Jamie Biel, o Billy Elliot - ótimo em seu papel) sabe, eles existem a tanto tempo quanto os jumpers, os caçando e os eliminado, e são muito bem treinados para lidar com os jumpers. Griffin se intitula matador de paladinos, é ele que mostra o que acontece com os saltadores para David (destaque para cena do Coliseu). Com certeza o melhor personagem do filme Griffin é O CARA, morando no meio de um deserto - no Covil - para justamente se esconder dos paladinos. Importa apenas em destruir essa sociedade que os extermina pouco a pouco, tem absoluto controle sobre seus poderes conhecendo seus limites, já conheceu outros com as mesmas habilidades, tem uma imensa raiva imensa por Roland e seus paladinos, tendo os encontrado várias vezes.
O filme é uma boa pedida com cortes rápidos e bom seguimentos dos “saltos”, tendo apenas 1 hora e 30 minutos de filme achei que seria muito corrido para um filme desse tipo, mas na verdade não, o filme passa muito bem realmente mostrando o dark side de ser um jumper, o filme peca por algumas explicações maiores que eu acredito que venha junto com o segundo filme, já que este é baseado em uma obra literária de 2 livros, e também deixa linhas de seguimento para uma continuação. Enfim, é uma boa opção nos cinemas, um poder pouco explorado pelo cinema, nas mãos de um adolescente que faria o que qualquer adolescente faria, com uma boa história. Espero que saia o segundo filme.
Saulo (Master Chief of the Nine)